Pedido de instauração de CP é arquivado. Professora entra com queixa-crime contra vereador
Foto: Youtube
O pedido de instalação de uma Comissão Processante para investigar a conduta do vereador Guilherme Rocha por ter usado um protocolo como certidão oficial da Câmara e enviá-lo à Justiça, foi aceito por oito vereadores, mas negado por nove deles e foi arquivado.
A leitura e votação foi nesta terça-feira, 7, durante a reunião semanal no Legislativo.
O vereador Guilherme, no entanto, ainda tem um Procedimento Ético-Disciplinar, pela frente, instalado em março, onde será investigado quebra de decoro parlamentar. O vereador tem usado suas redes sociais para denegrir a imagem da Câmara usando a expressão “tem ladrão que não acaba mais”.
Como não formalizou nenhuma denúncia sobre a acusação contra seus colegas edis, uma comissão está analisando se houve quebra de decoro parlamentar.
Queixa crime
No dia 6 de abril, a professora Tânia Lucinda Moreira Maia apresentou na Justiça uma queixa crime contra o vereador Guilherme Rocha.
A professora teve sua foto divulgada nas redes sociais do vereador, quando estava assistindo à reunião semanal da Câmara, sentada com as pernas entreabertas. Guilherme publicou a foto com uma carinha cobrindo a exposição de suas coxas. A professora e muitas mulheres ficaram ofendidas com a atitude do vereador. A professora, de 69 anos, registrou boletim de ocorrência.
A queixa crime foi recebida pelo juiz Márcio Bessa Nunes pelo crime de injúria e Guilherme tem dez dias, a partir de 6 de abril, para apresentar defesa.