Pai que estuprava a filha em Itabira foi condenado a 210 anos de prisão
Uma das maiores condenações já fixadas pelo judiciário em Minas Gerais, 210 anos, foi proferida para os crimes de um homem, 36 anos, por estupro da filha, em Itabira; inicialmente em regime fechado.
Os estupros começaram quando a menina tinha ainda 11 anos e continuou até que ela completasse 14 anos; hoje ela tem 17 anos. O caso só foi descoberto quando a mãe da vítima encontrou mensagens ameaçadoras do marido no celular da jovem.
Como a mãe da vítima queria leva-la a um ginecologista, antes de saber dos abusos e dos estupros, o homem armou um encontro sexual dela com o namorado e o fez prometer que ele afirmaria que fora ele que tirara sua virgindade, caso isto fosse descoberto na consulta.
Segundo o processo “o acusado manteve relações sexuais e praticou outros atos libidinosos com a menina em diversas ocasiões nesse período. Diante disso, a Justiça reconheceu a prática do crime por dez vezes”, um em casa ocasião, informou o TJMG
A partir 2025, a vítima já com 14 anos, os crimes se caracterizaram como estupro cometido por meio de violência e grave ameaça. Por isso, a Justiça reconheceu outros dez crimes.
O juiz Gustavo Eleutério Alcalde, da 2ª Vara Criminal de Execuções Penais e de Cartas Precatórias Criminais da Comarca de Itabira, proferiu a sentença na quinta-feira, 21 de maio, considerando que as provas apresentadas eram suficientes para comprovar os crimes.
Ainda há recurso.

