Vereador que pode perder mandato, posta foto constrangedora de mulher que assistia à reunião da Câmara

Vereador que pode perder mandato, posta foto constrangedora de mulher que assistia à reunião da Câmara

Reprodução de vídeo

A anunciada manifestação de motoqueiros na porta da Câmara Municipal de Itaúna durante a reunião plenária desta terça-feira, 9, por causa de áudio postado pelo vereador Guilherme Rocha, não aconteceu.

Segundo João Paulo Araújo de Paula, representante dos motoqueiros, e que  leu  um requerimento no Expediente de Terceiros, a manifestação não aconteceu porque os manifestantes foram avisados de uma possível presença policial e até apreensão de motocicletas.

O requerimento lido solicitava a instauração de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar possível quebra de decoro parlamentar por parte do vereador Guilherme Rocha, que teria com um áudio divulgado, faltado com respeito à classe dos motoqueiros quando disse que as mães dos que praticam grau, trabalham em casa de prostituição no bairro Universitário, em Itaúna.

O requerimento pede a instauração de uma CPI para uma possível cassação do mandato do vereador por quebra de decoro parlamentar.

O vereador Guilherme Rocha se defendeu afirmando que foi mal entendido, e que estaria se referindo na postagem apenas a “criminosos”, e que “as pessoas não aguentam” pilotos de motocicleta que fazem coisas erradas no trânsito, e que a prática do grau é crime. Sobre o pedido de construção de um espaço para a prática, Guilherme disse que a prefeitura deve ter outras prioridades.

O requerimento dos motoqueiros com as denúncias será analisado pela Procuradoria da Casa.

Guilherme se envolveu em outro fato na mesma reunião que acabou com acionamento da Polícia Militar. O vereador fotografou uma mulher com as pernas entreabertas, sentada nas cadeiras destinadas ao público. Depois  postou em um grupo, durante a reunião, a foto com uma carinha em cima de suas partes íntimas.

Ele apagou a foto, que já havia sido compartilhada, pediu desculpas pelo erro, mas foi denunciado pela mulher que deve procurar a Justiça contra o parlamentar.

Redação

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