Vídeo: atleticano é condenado a quase 50 anos de prisão por morte de cruzeirense e tentativa de homicídio
Fotos e vídeos: redes sociais
Na sentença pelo crime cometido em março de 2022, o magistrado disse que o acusado, torcedor do Atlético, Yuri Ramon Pereira de Oliveira, se valeu da sua posição de dirigente da torcida organizada para instigar a violência, “desvirtuando os valores do esporte”, “em plena luz do dia, em via pública, colocando em risco a vida de transeuntes”.
Como consequências da violência ente torcedores os jogos de futebol passaram a torcida única, famílias e os verdadeiros torcedores ficaram afastados dos estádios.

Yuri foi condenado a 49 anos e sete meses de prisão, nesta terça-feira, 13, pela morte de Rodrigo Marlon Caetano Andrade, de 25 anos, em março de 2022, em Belo Horizonte, homicídio duplamente qualificado e também uma tentativa de homicídio de uma vítima, um motociclista que passava pelo local, que foi atingida por um disparo deferido pelo torcedor atleticano, mas conseguiu sobreviver. As penas somam 49 anos e sete meses de detenção em regime fechado, sem direito a recorrer em liberdade.
O acusado não compareceu ao julgamento, mas enviou um vídeo confessando o crime por meio dos advogados de defesa.
O crime
Em março de 2022, integrantes da Galoucura combinaram um encontro antes do jogo entre Atlético e Cruzeiro no Mineirão.
No local encontraram integrantes Máfia Azul que começaram a atirar pedras, porretes, pedaços de pau e artefatos explosivos artesanais contra os atleticanos, que revidaram.
Yuri sacou uma arma de fogo que portava ilegalmente e atirou contra a torcida rival, matando Rodrigo e atingindo um motociclista.

