Vereador quer comissão especial para apurar culpados do prejuízo ao Projeto Somma

Vereador quer comissão especial para apurar culpados do prejuízo ao Projeto Somma

Foto: desassoreamento no Rio São João em 2022

Na reunião da Câmara desta terça-feira, 7, o vereador Léo Alves falou sobre os prejuízos para a cidade, financeiro e ambiental, depois da obra de desassoreamento no Rio São João, pela administração municipal anterior, em 2022.

Na primeira reunião na Câmara, de uma comissão que discutia abastecimento e esgoto em Itaúna, o diretor do SAAE, Nilzon Borges, disse que o investimento para recuperação dos emissários de esgoto do Projeto Som­ma, destruídos na limpeza do rio, seria de cerca de 10 milhões de re­ais.

O desassoreamento do rio em 2022, que foi muito criticado por ter arrancado dezenas de árvores, teve custo de R$ 507.110,49 e, de acordo com Nilzon e o vereador Léo Alves, deixou um prejuízo de R$ 10 milhões com a destruição dos emissários.

Nestas reuniões na Câmara mais uma vez foi discutida a poluição do ribeirão dos Capotos, problema antigo que tinha promessa de ser resolvido com o Projeto Somma.

Por isto, o vereador Léo concordou com a colocação do vereador Rosse Andrade que cobrou o acompanhamento pela prefeitura em obras na cidade. E citou este prejuízo deixado pela gestão anterior, mas sem citar que o secretário de Infraestrutura, à época, era Rosse Andrade. O SAAE não acompanhou as obras de limpeza do rio.

Léo Alves propôs a criação de uma comissão especial para investigar o que ocorreu, “alguém tem que pagar este prejuízo, alguém tem que ser culpado”. O vereador completou: “alguém tem que pagar, quem foi o responsável?

Redação

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