Quem ou o que matou Filipe Fernandes, dono de loja de armas e clube de tiro, em dezembro do ano passado?
Foto: redes sociais
Até hoje permanece sem explicação, sem divulgação oficial da Polícia Civil, a causa da morte do empresário Filipe Fernandes, de 33 anos.
O corpo dele foi encontrado no dia 3 de dezembro, na zona rural de Itaúna, ao lado de seu carro, uma Hillux. Ele tinha uma arma na mão, que não chegou a ser disparada, estava com a camisa vestida apenas uma manga e o restante dela, enrolada no pescoço, R$ 1.599,00 em dinheiro, mas o celular não foi encontrado.
Naquela época, as primeiras perícias no corpo de Filipe não registraram nenhum sinal de violência. A PM divulgou apenas uma marca na cabeça que pode ter sido provocada por uma pancada.
A loja do empresário, de comércio de armas e acessórios para a prática de tiro, foi assaltada horas antes do corpo ser encontrado. Na loja de armas, foram furtadas 41 armas de fogo, que foram recuperadas durante a prisão de três suspeitos, em Ibirité. Havia ainda indícios de Filipe com outras pessoas no clube do tiro naquela noite, mas não havia imagens.
Nos depoimentos dos suspeitos à Polícia, eles contaram que Filipe devia a um empresário, preso na investigação, a quantia de R$ 200 mil há algum tempo. Por causa desta dívida, o empresário reuniu dois de seus funcionários para furtarem as armas em Itaúna e revendê-las, para recuperar o dinheiro que havia emprestado.
Sobre como Filipe morreu, eles disseram que não tinha conhecimento do que teria provocado a morte. Negaram que tenham matado o empresário.
A resposta das investigações sobre a causa da morte, Polícia Civil ainda não esclareceu.

