Suspeitos de dois crimes de repercussão nacional, Renê e Matteos, dividem a mesma cela
Foto: redes sociais
Os dois crimes de assassinato recentes que aconteceram em Belo Horizonte e que chocaram o Brasil, levaram os seus acusados a serem protegidos de agressões físicas de outros detentos e acabaram na mesma cela, em presídio de Caeté.
Renê da Silva Nogueira Júnior, 47 anos, que é suspeito de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes, divide a cela com Matteos França Campos, 32, assassino confesso da própria mãe, a professora Soraya Tatiana, 56.
Matteos matou a mãe por asfixia, em julho, jogou o corpo perto de uma mata e viajou com amigos. No dia seguinte ao crime, fingiu procurar pela mãe, dizendo que não conseguia contato com ela e estava preocupado.
Já Renê da Silva Nogueira Júnior, 47 anos, se irritou com o caminhão de coleta de lixo ocupar parte da rua atrapalhando sua passagem. Depois de discutir com a motorista do caminhão e ameaça-la, atirou e atingiu o gari, morto no local. Depois de atirar, Renê seguiu para a academia.
Depois da comoção nacional pela banalidade dos crimes, Renê e Matteos temem pela sua integridade física e a segurança da penitenciária mantém a dupla isolada de outros detentos.

